Eis o grito que emana daqueles cuja história não permite sussurros; a saudação poética e profética dos que emergiram dos porões das manhãs sem sol para iluminar o vale oco de São Sebastião; a nova filosofia, a práxis revolucionária, o ambiente anárquico de todos os debates políticos, culturais, sociais, filosóficos, musicais, poéticos, humanos, históricos, sociológicos... Enfim, eis o espaço cibernético para ampliação dos horizontes já alargados nas madrugadas de conspiração contra a insolência do sistema bruto... O bardo lancinante de almas felinas, de negros e brancos e índios e caboclos e mulatos; a página desconcertante que repagina outros contos; a formidável invenção daqueles sobre os quais pairou a síndrome do inconformismo e a alma da idolatria ao não-princípio; o sorriso irônico e perverso, a poesia cortante, o teatro escandaloso, o grito de fúria, de alegria, horror...